Novas perspectivas ao ABC
O ABC nada mais fez do que o dever de casa ao bater por 4 a 0 o Fast Clube, de Manaus, ontem, no Frasqueirão, pela Copa do Brasil. Ao contrário do rival América, que caiu do cavalo ao empatar com o Confiança - e se desclassificar -, o alvinegro soube se impor, depois de um começo ruim. Mas não há motivo para festa - é manter o pé no chão. Ainda que bem rodado, Valdir Papel é um desses atacantes que ainda caem bem no futebol nordestino. Ídolo do ABC no ano passado, foi prejudicado pelo esquema armado pelo então treinador, Ferdinando Teixeira. Dividindo o ataque com brucutus e sem meias que o abastecessem, acabou isolado. E dispensado. Essa vitória contra o Fast, obrigatória, ressalte-se, pode abrir novas e boas perspectivas ao alvinergro potiguar.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 10h37
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Hernanes lembra Geovani
O talento de Geovani, ex-meia do Vasco nos anos 80 e que hoje enfrenta problema de saúde que atrofia-lhe a perna, era muito mais talentoso. Mas o às vezes volante, às vezes meia Hernanes cada vez mais lembra o baixinho capixaba, que atuou aqui pelo ABC no final da carreira. Falta ao jogador do São Paulo, evidente, a sutileza do toque, a visão do jogo, o drible curto - mas impressiona a forma elegante com que atua Hernanes, cabeça erguida, um trato delicado na bola tanto com a direita quanto com a canhota. Um talento. Hernanes me fez lembrar Geovani. Precisa só segurar o salto alto, se nãio pode perder as mesma oportunidades que o ex-craque vascaíno perdeu.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 09h54
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Derrota do América e alerta ao ABC
Os que andam empolgadíssimos com nossos times de futebol certamente viram o Machadão completamente lotado no jogo contra o Confiança, de Sergipe, ontem, pela Copa do Brasil. Ora, o estádio estava praticamente vazio - quatro mil almas, segundo a divulgação oficial, mas muito menos para quem observava o movimento nas arquibancadas. Dentro de campo, o América pressionou o quanto pôde, mas não venceu os sergipanos. Sejamos práticos: sem conseguir se impor contra um time que disputa a terceirona, como manter expectativa positiva na concorrida Série B? O evidente salta aos olhos: ou investe e monta um time competitivo ou vai navegar na rabeira no rio caudaloso da segundona. Hoje é o outro representante potiguar que entra em campo: o ABC enfrenta o Fast, que nem na Terceira Divisão está. Tem obrigação de vencer. Se não, pode abir os olhos. O Brasileirão está aí
Escrito por Carlos Magno Araujo às 09h41
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ABC e América na Copa do Brasil
Partidas como estas que serão disputadas amanhã pelas equipes potiguares na Copa do Brasil têm uma importância a mais, além, claro, da possibilidade de classificação para a fase seguinte: medir o grau de eficiência dos nossos clubes para competições futuras. O ABC enfrenta em casa o Fast Club, de Manaus, que nem a terceira divisão do Brasileirão disputa. Não precisa, então, ser especialista em futebol para analisar: ganhar e passar à fase seguinte, é obrigação do ABC. Uma eliminação deixará ainda mais claro o que já se sente: o alvinegro potiguar precisa pensar logo em armar a equipe para a Série B do Campeonato Brasileiro. Se repetir as experiências passadas - de contratar jogadores ao longo do torneio, trocando treinadores e sem definir esquema tático - corre o sério risco de fechar o ano degolado ou nas últimas posições da tabela.´ Na primeira partida, em Manaus, o ABC empatou com o Fast em Manaus. Hoje depende de vitória simples. O mesmo vale para o América. É preciso, logo, impor-se como clube que recentemente disputou a primeira divisão e hoje disputa a Série B. O Confiança, de Sergipe, está na Série C. Se não conseguir vencer um time da terceirona, acende-se o sinal vermelho - com perdão da ironia - para o alvirrubro. E os dois últimos anos do América não foram lá os mais felizes de sua história. Portanto, ao contrário do que parece, a rodada de amanhã é importantíssima para o futebol potiguar.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 15h22
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Clarice entrevista João Saldanha

No final dos anos 60 e ao longo dos 70, já escritora reconhecida, Clarice Lispector fazia entrevistas para jornais como o JB e revistas como Fatos e Fotos e Manchete, na qual até assinava uma seção chamada “Diálogos Possíveis com Clarice Lispector”. Aqui e ali, entrevistava gente do futebol, como João Saldanha. Fumante inveterada, Clarice mantinha uma aura constante de impaciência. Parecia tanto impaciente quanto melancólica, parede e meia com o mau-humor. Saldanha era visto como o mau-humorado ambulante. Alguns trechos desse encontro, pinçados de “Clarice Lispector – Entrevistas”, livro editado pela Rocco, em 2007. Na época do encontro, João Saldanha comandava a seleção brasileira durante as eliminatórias para a Copa de 1970. Como se sabe, ele não foi ao México. No lugar dele, foi Zagallo. Clarice – João, desde quando você se interessa por futebol, quer dizer, mais dos que os “tarados” por futebol? Saldanha – O fato é que não sou “tarado” por futebol. Mas me interesso desde criança. Desde os oito anos, mais ou menos. Clarice – Quais são as nossas possibilidades em 1970? Saldanha – Os nossos adversários nos incluem na lista dos favoritos. Isto significa que temos grandes possibilidades. Do contrário, nem eu me meteria nisto. Clarice – Você crê que se ganhe no grito? Saldanha – Se isto fosse possível, a Itália seria imbatível. Ninguém grita mais alto que italiano. Afinal de contas, eles cantam ópera. Clarice – Você sabe que, quando aparece na televisão, seu ar nonchalant eletriza as mulheres? Saldanha – (João Saldanha riu, um pouco sem jeito. Sua mulher Teresa também riu) Não. Eu não sabia que era uma central elétrica. Sou apenas um homem. Clarice – Você às vezes me parece um irascível controlado. É verdade ou estou errando? Você é meio temperamental. Saldanha – Nada disso. Sou um pacato cidadão brasileiro. Apenas costumo reagir quando me agridem. Nunca dei a primeira. Clarice – Entrevistei Zagallo e achei a conversa dele razoabilíssima. Ele pode ser aproveitado de algum modo? Saldanha – Claro que sim. E está sendo muito bem aproveitado no seu trabalho no Botafogo. Tínhamos tomado o segundo café e fumado vários cirgarros. Continuaremos bebendo café e fumando cigarros enquanto esperamos 1970. Pela vitória.

Escrito por Carlos Magno Araujo às 09h53
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O sonífero futebol potiguar
Nossa crônica especializada pode até dizer o contrário, mas pelo que tenho observado, visto e lido este é o campeonato estadual mais sem graça dos últimos anos. Esse início sinaliza para um ano complicado na Série B. O América parece pensar e agir de olho mais adiante – mais do que o ABC. Esse negócio de pré-contrato via Sedex, como o feito com Valter Minhoca e com Fabiano Gadelha, sei não. É arriscado demais. E jogando bem como Gadelha está fazendo no Marília, o torcedor abecedista tem mesmo de ficar com um pé atrás.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 11h40
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Conca, o pequeno notável

Nos dois gols que o atacante Fred marcou no seu retorno ao futebol brasileiro há o DNA do argentino Conca. O baixinho joga muito. E não é de agora. No ano passado, na campanha da Libertadores, de triste memória, ele foi parceiro de luxo para o brilho de Tiago Neves. Ontem, foi mais do que coadjuvante na festa preparada para Fred. Sozinho num timezinho apenas mediano, o meia começou o ano em baixo astral. Quando os talentos começaram a chegar, ele acordou – é assim: craques se entendem só no olhar. Como o que fica marcado são sempre os gols, o armador, o preparador das jogadas, nem sempre é destacado. Mas a cobrança de falta na cabeça de Fred, no primeiro gol, e o passe para Everton Santos, que chutou no travessão antes do gol de voleio de Tiago Neves, no segundo, bastaram. Conca salvou Fred da estréia melancólica nos 3 a 1 de ontem. Afinal, não pegou nada bem o craque que até dia desses jogava no supercampeão Lion, da França, dizer no intervalo que estava duro, muito difícil, enfrentar a zaga do Macaé.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 11h32
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Cuca, o triste
Se há alguém no futebol de quem se pode dizer pouco bafejado pela sorte, senhores, este é o Cuca. Reparem na situação de seu Flamengo: depois de um começo promissor, com goleadas e boas atuações na Taça Guanabara, veio o fiasco nas semifinais contra o Rezende. Com os salários atrasados, os jogadores só não assumem o corpo mole, mas que há todo um ambiente de desmotivação, e ninguém duvida. Como ninguém duvidaria se dissessem que estão entregando o jogo. Hoje o time empatou com o Tigres, numa pelada de doer, 1 a 1. O goleiro Bruno falhou flagorosamente no gol do Tigres. No meio da semana, Bruno bateu boca com Andrade, ex-jogador e integrante da Comissão Técnica. Dias antes, o lateral Juan também zangou-se por lá. Numa entrevista no meio da semana, do alto de sua arrogância, Bruno chegou a afirmar que se fosse problema para o clube poderia ser negociado, afinal, disse ele, "a janela do meio do ano" abre já já. Há um problema sério no Flamengo, típico de clubes de massa: os jogadores, não todos, ressalve-se, se julgam melhores do que realmente são. De tudo isso, é de se lamentar a tristeza de Cuca - um cara que sempre parece gente boa, bem intencionado, mas que na hora agá é bafejado por ventos contrários.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 21h30
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De tanto rebolar, Ronaldo dançou...
Não. Não vai se falar de Ronaldo Fenômeno. Para isso, tem a Globo. O dia, negativo, é do outro Ronaldo, o Cristiano. O time do português melhor do mundo levou um baile hoje do Liverpool pelo campeonato inglês. Dançaram junto o volante Anderson, brasileiro bom de bola e que carrega uma máscara do tamanho do estádio Old Trafford, e mais Tevez e Rooney, para citar só as estrelas. Cá pra nós, o Manchester bem precisava de um sarrafo desses para descer um poucos dos saltos. O dia foi de outro brasileiro, o lateral esquerdo Fábio Aurélio (lembram dele no São Paulo?). O golaço de falta que marcou, o terceiro, selou a sorte dos "diabos vermelhos". Até agora o goleiraço holandês Van der Sar. No final, um 4 a 1 daqueles, acachapantes.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 17h19
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América prepara elenco "Vovô"
Com Sandro Hiroshi, agora aos 30 anos e sem o fantasma do "gato", Cleisson, Rinaldo e a possibilidade do retorno de Souza, o América vai armando um time experiente para disputar a Série B. Campeonato estadual, por mais interesse que desperte no torcedor, hoje é mais laboratório para disputas do campeonato brasileiro. Um time assim, com essa base experiente, e mais Fábio Neves, Júlio Terceiro e essa boa descoberta, o atacante Lúcio, pode dar mais alegrias do que aquele do ano passado, que até a última rodada correu o risco de cair para a Terceirona. Com um elenco assim de cobra criada, é preciso também um técnico de pulso - se não for um cara que conhece, os meninos tomam conta...
Escrito por Carlos Magno Araujo às 16h59
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Bocage no Futebol, por Nelson Rodrigues
Quando eu tinha meus cinco, meus seis anos, morava, ao lado de minha casa, um garoto que era tido e havido como o anticristo da rua. Sua idade regulava com a minha. E justiça se lhe faça – não havia palavrão que ele não praticasse. Eu, na minha candura pânica, vivia cercado de conselhos, por todos os lados: “Não brinca com Fulano, que ele diz nome feio!” E o Fulano assumiu, aos meus olhos, as proporções feéricas de um Drácula, de um Nero de fita de cinema. Mas o tempo passou. E acabei descobrindo que, afinal de contas, o anjo da boca suja estava com a razão. Sim, amigos: cada nome feio que a vida extrai de nós é um estímulo vital irresistível. Por exemplo: os nautas camonianos. Sem uma sólida, potente e jocunda pornografia, um Vasco da Gama, um Colombo, um Pedro Álvares Cabral não teriam sido almirantes nem de barca da Cantareira. O que os virilizava era o bom, o cálido, o inefável palavrão. Mas, se nas relações humanas em geral, o nome feio produz esse impacto criador e libertário, que dizer do futebol? Eis a verdade: - retire-se a pornografia do futebol e nenhum jogo será possível. Como jogar ou como torcer se não podemos xingar ninguém? O craque ou torcedor é um Bocage. Não o Bocage fidedigno, que nunca existiu. Para mim, o verdadeiro Bocage é o falso, isto é, o Bocage de anedota. Pois bem: - está para nascer um jogador ou um torcedor que não seja bocagiano. O craque brasileiro não sabe ganhar partidas sem o incentivo constante dos rijos e imortais palavrões da língua. Nós, de longe, vemos os 22 homens correndo em campo, matando-se, agonizando, rilhando os dentes. Parecem dopados e realmente o estão: o chamado nome feio é o seu excitante eficaz, o seu afrodisíaco insuperável. Exagero? Nem tanto, nem tanto. A propósito, vou citar, aqui, o caso de Jaguaré*. No seu tempo, não havia Departamento Médico, e um jogador podia andar com a boca em petição de miséria, desfraldando cáries gigantescas. Assim era Jaguaré: não tinha dentes, mas só cáries. E seu riso sem obturações, docemente alvar, era largo, permanente e terrível. E acontece o seguinte: a época de Jaguaré coincidiu com a infância do profissionalismo. Morria-se de fome no futebol. O sujeito que tinha para a média, para o pão com manteiga, podia se considerar um Rockfeller, de tanga, mas Rockfeller. Até que, um dia, apareceu, por aqui, o emissário de um clube estrangeiro. E o homem esfregou na cara de Jaguaré propostas dignas de um rajá. A princípio, o nosso patrício opôs uma recusa inexpugnável. Não queria aceitar nem por um decreto. Acabou cedendo. Andou pela Espanha e, até, por Paris. Mas era outro, como homem e como craque. Como jogar sem a pornografia luso-brasileira? sem as expressões obscenas que dinamizam, que transfiguram, que iluminam os jogadores? Traduzi-las seria uma traição. E Jaguaré vivia sob a persistente, a dilacerada nostalgia dos nomes feios intransportáveis. Finalmente, não pôde mais: veio correndo para o Brasil. Aqui, agonizou e morreu na mais horrenda miséria, mas feliz porque pôde soltar, no idioma próprio, seus últimos palavrões terrenos. 14.11.1956 * Jaguaré, goleiro do Vasco na década de 30, jogou no Olimpique de Marselha, na França, e no Barcelona, na Espanha. Ao regressar ao Brasil, passou a usar em campo as luvas que protegiam suas mãos no rigoroso inverno europeu.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 16h47
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Uma saudação rodrigueana
Nada como saudar nessa estréia um craque da crônica esportiva. Vou postar já já um texto pinçado do livro “O Berro Impresso das Manchetes”, as crônicas completas da revista Manchete escritas por Nelson Rodrigues entre os anos de 1955 a 1959, reunidas em 2007 pela editora Agir. Livraço. O texto é uma saudação ao torcedor e ao jogador de futebol – ambos, razão de ser do jogo de bola. Daí a dupla homenagem do blog, ao torcedor e ao jogador e ao grande escritor, jornalistas, dramaturgo. O leitor que também gosta de Nelson Rodrigues basta passar numa livraria e pedir ao vendedor. Nas melhores casa do ramo, além da biografia de Ruy Castro, “O Anjo Pornográfico”, há as peças, as crônicas e as reportagens. Outra dica é o “Baú de Nelson Rodrigues”, os primeiros anos de crítica e reportagem (1928-1935), da Companhia das Letras. Ler Nelson Rodrigues, a qualquer momento, é sempre um prazer, uma surpresa e um encanto.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 15h58
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Torero dá uma "malhada" na FNF: Tico e Teco
Pensei que tinha sido só eu, mas não. As torcidas do Flamengo, do Corinthians e a do Potiguar de Mossoró também acharam estranhíssimo o regulamento do campeonato potiguar deste ano. A fórmula “inventiva” da tabela potiguar chamou a atenção até de José Roberto Torero, jornalista, escritor, cronista, santista, radicado em São Paulo. De férias em Muriú, ele tomou conhecimento das regras da disputa no Rio Grande do Norte. Só mesmo Tico e Teço para traduzir, como ele destaca no seu blog no UOL. Uma malhada segura na Federação Norte-rio-grandense de futebol que pode ser lida AQUI.
Escrito por Carlos Magno Araujo às 15h38
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Toque de Primeira
Olá, amigos! Passo a atender também neste espaço para tratar de forma mais específica de esporte e, de forma mais específica ainda, do nosso tão querido jogo de futebol. Esse blogue é extensão de um outro, criado e mantido pelo Diário de Natal, no qual trato, jornalista que sou, de vários assuntos, da política ao buraco de rua, do clássico da semana ao livro ou ao filme da vez. O blogue do Diário de Natal, Um olhar sobre a cidade, abrange temas principalmente ligados à capital potiguar, mas, humildemente, tentamos ser universal, ainda que escrevendo sobre o nosso quintal, com perdão da rima involuntária e do clichê. Um olhar sobre a cidade pode ser acessado AQUI. Nesse, o Carlos Magno Araújo Futebol Clube, cedo a um ou outro pedido de leitores, para que tratasse mais de futebol - não somente da rotina comezinha, mas algo além, que incluísse história, memória, lembranças. Sem, evidente, deixar de tratar do dia a dia. É o que vou tentar fazer aqui. Tudo com a característica com que tentamos levar a vida e a profissão, lá se vão quase vinte anos - sem querer ser o dono da verdade, mas sem abrir mão de opinar. Espero que gostem, participem e opinem. Muito Obrigado!
Escrito por Carlos Magno Araujo às 15h16
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